Dizem os números que um ano cessou...e outro iniciou...Assim sendo,ou não,no tempo sempiterno,Eu Vou...Um abraço de muita paz e muito amor...a quem comigo, neste barco for...

Quando meu tempo mo permitir, porei neste espaço, o que e o quanto me possa brotar,para convosco desabafar...neste mundo de corridas, neste mundo de porquês...
01/01/2017
margui




domingo, 31 de agosto de 2014

trinta e um de agosto/Somos humanos, somos amigos!

Somos humanos, somos amigos!

Todos em terra, uma fugitiva
Neste espaço bem bonito
Foi levada por uma amiga
Para este horizonte infinito

Viajou e regressou
Ao grupo familiar
Uma tarde bem passada
Neste cantito de mar

Somos humanos, somos amigos
Nas tristezas e nas alegrias
Ao Universo agradecidos
Por saudáveis companhias!

Um beijinho agradecido ao nosso Universo ;)!!!

31/08/14


M.G.

sábado, 30 de agosto de 2014

trinta de agosto/"O amanhã é dos loucos de hoje"




“O amanhã é dos loucos de hoje”
Dizia-o Fernando Pessoa
Os grandes homens de outrora
Não diziam coisas à toa...
... e honravam cada agora
Respeito não ia embora!
...
Apetece-me chorar, gritar
Aliviar meu stress
Hoje já nascem a julgar
Só loucura me parece!
Não sabem dos azedos da vida
Nem do significado duma prece!

30/08/14

M.G.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Vinte e nove de Agosto/Alentejo


Lisboa è Évora è Alentejo
_Vacas, grandes vacas...lol
Dizia o condutor
_E as ovelhas de xisto?
_Vejam tudo em pormenor!

èReguengos de Monsaraz
Não é por aqui
Era ali atrás...
Tanto faz!

Grande central elétrica
Vinhas, lagoas e a mística paisagem
O casario nos montes
Calma, a nossa viagem!

Ao longe a visão se perde
Toca-me a solidão
Imagino uma noite
Neste descampado chão

Rota dos vinhos
Retas sem horizonte
Adegas chamam por nós
Preferimos ir à fonte

Igreja Matriz de Sto António
Olaria de S. Pedro do Corval
Na rocha dos namorados
Com as pedras, nos vingámos J
E esvaziámos ;)
O que ao corpo, faz mal ;)

Até houve quem se despiu
E se vestiu novamente
Apanhámos rosmaninho
E toca a andar, minha gente

Chegámos a Monsaraz
Que vista! Que paz!
Que calmaria! que calorzão!
Foi risota até mais não...

O xisto, o casario brioso, as muralhas e o castelo
A água do Alqueva, as lojinhas, as cisternas, tudo é tão belo!
São marcas da região e nelas nos deixamos, sem querer, perder
No horizonte, a vista  se estende e arquiva o que gosta de ver...

Aqui, até o multibanco é calmo, vagaroso
Ou então estava no gozo...
Houve alguém que se afligiu
Mas no final, o grupo riu ;)

Depois de muito pesquisar
No forno decidimos almoçar
Foi comer até mais não
Eleita a sopa de cação

Já vinha tudo chalupa
E à fonte vieram ter
Será que o vinho deu fruto
Ao que a malta está a ver?

Direitinhos a Mourão
Os olhos muitágua avistam
O azulão e esverdeado
Nos conquistam!

Com Espanha aqui ao lado
Não nos deixámos ficar
Se levámos cus espanhóis
Eles connosco vão levar

Entrámos na Extremadura
Demos de beber ao carro
Uma volta pela vila
Mas não gostámos, carago!

Portugal tem outros ares
Safa-te da Extremadura
Continuemos a viagem
Enquanto o dia perdura

Plo caminho, as figueiras
Só um ladrão foi a elas
O saco ficou cheiinho
Pra estes quatro balelas

Não se podem comer quentes
Porque dão em caganeira
Mais tarde, ...
...Fresquinhos, foram manjar
Debaixo de outra torreira...;)
Com outra familia à beira...

Não se safava a meloa e o melão
Se não fosse o condutor e a vedação
...
Em frente, bem quente, a Aldeia da luz
E no chão sombroso, mais fresco, o cu eu pus,
Tanto calor!
Por favor!

Alqueva, novo destino
Com este sol de rachar
À marina da Amieira
Os pés viemos refrescar

Voltando o sol ao ocaso
É tempo de regressar
Felizes pla romaria
Pensando um dia voltar

Quisemos mais que o já visto
Em Évora viemos parar
Chegámos lá pla noitinha
Descemos do carro e toca a andar

Évora musicada...romântica...Celta, Romana
Marco simbólico, o templo de Diana
A praça do Geraldo, a Sé
Todos em belo convívio
Procuravam casa do alívio
E eu parecia meio xexé...
Valeu, valeu, valeu
Restaurante ali ao pé...

Foi bem tarde que decidimos partir
Neste dia de acalorado curtir
No paladar...
Vinha um faustoso jantar
Vinham cogumelos e sopa de beldroegas
E o azeite tão puro, criado nessas terras.

Foi enriquecedor conhecer muito, do desconhecido
Foi excelente a amizade e o convívio colorido!

Valeu!
Até uma próxima!

15/08/2014


M.G.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

vinte e oito de agosto/Cantou meu coração...


Cantou meu coração...
Choveram palavras
Livres...Arejadas...
Muitas sensações
Temporal de emoções
A saudade foi saciada
Nesta praia tão mimada!
A amizade floriu
A paz não confundiu
...
Busquemos alegria
Onde ela estiver
Melhoremos cada dia
Do modo que der

Eu subo degraus...
Vou encontrá-la
Pegá-la
Beijá-la
Amá-la
E soltá-la
Para o mundo contaminar...
Não quero alegria presa
Cantou meu coração...

Cantará sempre...
Para o meu mundão !!!

Não importa que ninguém me entenda não!
Importa “eu” pois então!


16/08/14
M.G.


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

vinte e sete de agosto/ incómodo

Incómodo


Algo de incómodo incomodou
Mas essa incomodidade, falada, passou
São apêndices da vida que desviam o certinho
Mas tudo se resolve, com discernimento e juizinho
...
Se a vida não tivesse, por vezes, uns calafrios
Ninguém lhe dava o valor, era um sabor sem brios...
Assim, passada a tempestade, seja grande ou pequena
Aprendemos a valorar e vemos que lutar pla vida
Nesta corrida, às vezes mal dormida...
...Vale a pena!!!

06/08/14
M.G.